segunda-feira, 26 de julho de 2010


Como sempre... adoro os textos desse palestrante, e compartilho.

Nesta semana, programe-se para não esquecer um provérbio latino que diz que "uma águia não caça moscas". Este ditado serve para nos alertar que há pessoas que ficam tão preocupadas com um parafuso, que esquecem do carro.

Ser águia é ter o fóco em voar alto, é ter uma visão mais profunda das coisas, principalmente do ser humano. Ter visão no futuro é ter a postura de se sacrificar em prol de um ideal, ter senso de propósito num sentido maior da vida.

Nós podemos escolher entre ser abelhas ou ser moscas. A mosca voa por sobre um campo em flores para buscar algo malcheiroso para pousar. A abelha atravessa todo um lodaçal fétido para ir pousar no lírio que nasceu e floresceu no meio do pântano.

Portanto, relembrando o ditado que deu origem a este texto, seja uma águia, ela não se preocupa com as moscas, pois está em um outro nível de altura, então, lembre-se, as moscas voam baixo, as águias estão sempre nas alturas.

Há pessoas que passam a imagem que são águias, mas acabam demonstrando que são moscas, pois se prendem a futilidades e intrigas, e outros assuntos rasteiros. Estas pessoas poderiam admirar a beleza do lírio, mas preferem se afundar no lodaçal do pântano!

Luiz Antonio Silva •Palestrante da PHAROL-RH

segunda-feira, 5 de julho de 2010

RECEBÍ ESSE TEXTO POR EMAIL. BOM COMPARTILHAR

PHAROL
WWW.PHAROL-RH.COM.BR

Sou terapeuta, e durante um período, antes de me dedicar às palestras e seminários, tive consultório. Durante estes anos ouvindo pessoas, conheci muitas que têm na sua vida alguém que sabe amar e outras que gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que já tiveram e perderam!

Normalmente eram essas, que já tiveram e perderam, as que iam ao consultório. Durante as terapias me contavam que estavam tristes, ou que apresentavam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores! Elas me contavam que suas vidas transcorriam de forma monótona e sem perspectivas, que trabalhavam apenas para sobreviver e que não sabiam como ocupar seu tempo livre.

Enfim, encontravam várias maneiras de me dizer que estavam simplesmente perdendo a esperança. Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam o triste e fatídico diagnóstico de "depressão", além da inevitável receita do antidepressivo do momento. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum antidepressivo; digo-lhes que elas precisam aprender a amar!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho!

Há as que pensam: "como é possível um profissional dar uma orientação tão simples?!" Há também as que, decepcionadas, se despedem achando que eu não as compreendi, e não voltam nunca mais. Àquelas, porém, que decidem ficar e não reagem, eu explico o seguinte: aprender a amar é se entregar à alguém ou a algo que nossa consciência vem pedindo faz tempo! É se permitir fazer aquilo que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir!

Amar é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida!

Às vezes encontramos o amor em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores sentimentos nobres, ou o verdadeiro sentido da admiração. Mas também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo, ou no prazer "quase obssessivo" do passatempo predileto.

Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir levando". mas... a pergunta é: o que é "ir levando"?

Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionada cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva. Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã!

Por favor, não se contente com "ir levando", procure algo para amar, aprenda a ser um amante e um protagonista da sua vida...Acredite: o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver; por isso, e sem mais delongas, aprenda a ser amante !

A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: para se estar satisfeito, ativo, sentir-se jovem, feliz, é preciso namorar a vida!! Vou mais longe, se tratando de relacionamento afetivo, namorar é muito pouco. Nesta semana quero dar um conselho com valor de terapia: aprendam ser amantes!

Luiz Antonio Silva Consultor (RH), Terapeuta (BioPsicologia), Palestrante

quinta-feira, 1 de julho de 2010